Diástase: O que é, quais são as causas e tratamento?

Embora muitas pessoas não saibam do que se trata, a diástase é uma condição importante de se entender e que pode afetar muitas spessoas. É um problema comum em mulheres após a gradivez, no entanto, pode se dar em outros casos também.

A diástase está bastante relacionada com o alargamento e separação dos músculos da região abdominal do corpo e pode ser percebido pelo aumento da flacidez na região.

Se você tem interesse em entender mais o que é a diástase, quais são suas diferentes causas, tipos e até seu tratamento, está no artigo certo. Vamos falar sobre tudo isso para você entender bem essa condição. Boa leitura!

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O que é a diástase?

Em primeiro lugar, é importante entender o que configura a diástase. Os músculos do reto abdominal correm verticalmente em cada lado da parede anterior do abdômen de forma paralela, se encontrando na linha média do abdômen.

Esses músculos são separados por uma faixa de tecido conjuntivo que se chama linha alba. O papel deles é justamente dar suporte para o sustento da coluna, ao mesmo tempo que sustenta os órgãos internos.

Quando esses músculos se afastam, eles deixam a parede do abdômen aberta e, assim, se tem a condição da diástase abdominal ou diástase do reto abdominal. Ela é, portanto,  a separação parcial ou completa desses músculos. 

Quais são as causas da diástase?

A diástase pode ser causada por diversos fatores. Uma das causas mais comuns para que as pessoas desenvolvam essa condição é a gravidez. Isso acontece porque, durante a gestação, os músculos abdominais se afastam para comportar o bebê. 

O normal é que após 6 meses depois do parto, os músculos retornem ao seu local devido. No entanto, quando o afastamento permanece, é uma situação de diástase.

 Esse problema pode levar a dor abdominal, lombar, perda urinária e até o rebaixamento de órgãos como bexiga e útero.

É comum que a diástase seja ainda mais frequente em mulheres que já tenham dado à luz a um bebê antes, estejam com peso acima da média ou seja o caso de uma gestação de gêmeos.

Além da gravidez, outras situações também pode provocar a diástase, como é o caso de:

  • Problemas de postura;
  • Excesso de esforço físico associado à fraqueza abdominal;
  • Perda repentina de peso.

Quais os tipos de diástase? 

tipos de diastase

No caso da diástase provocada pela gravidez, ela pode se apresentar de diversas formas e é interessante entender quais são os seus tipos.

Diástase com ruptura total

A diástase com ruptura total está associada à barriga estufada. Nesse caso, é comum identificar uma  flacidez excessiva na parte baixa da região abdominal. 

Além da causa gestacional, esse tipo de diástase também acontece com pessoas acima do peso, que gera um alongamento intenso dessa musculatura. 

Diástase na região central do abdômen

A diástase na região central do abdômen, comum durante devido ao processo gestacional, é caracterizada pelo umbigo saltado, mesmo que a grávida não tenha uma hérnia umbilical. 

Esse tipo de diástase costuma ser mais profunda e agravada pela postura da paciente durante a gestação.

Diástase com ruptura na região abaixo do umbigo

Nessas situações, o paciente costuma apresentar bastante flacidez na região umbilical inferior, o que indica a região que tem a musculatura afastada.

Entre seus problemas, pode estar a sobrecarga no períneo, região responsável por sustentar os órgãos pélvicos. Ela se relaciona com casos de barriga de estômago alto. também.

Como identificar uma diástase?

Existem algumas formas de identificar uma diástase abdominal. É possível que o próprio paciente consiga descobrir se tem essa condição. Um dos principais indicativos são os sintomas de dor na região lombar.

Além disso, aspectos como a flacidez abaixo do umbigo ou a sensação de protuberância nessa região quando se faz  algum esforço físico são alguns dos indícios comuns para essa condição.

Uma forma prática de identifica-lá também é através do teste em casa. Para ele, você deve seguir alguns passos. Primeiro, você deverá se deitar  de barriga para cima com as pernas estendidas.

Depois disso, você deverá apalpe a região abdominal acima do umbigo com o dedo indicador e médio, subindo um pouco o tronco, sem a ajuda das mãos. O objetivo é sentir  se há espaço entre os músculos nessa área. 

Embora você possa verificar o afastamento dos músculos, é essencial o acompanhamento de um médico para certificar o diagnóstico. 

O médico é quem será responsável por realizar um exame físico que confirme a condição de diástase abdominal. Esses exames podem ser tomografia e ultrassom.

Quais exercícios não pode fazer quem tem diástase?

Devido a condição de afastamento dos músculos, é muito importante ter cuidado na hora de realizar exercícios. Alguns que devem ser evitados são:

  • Abdominais tradicionais e abdominais laterais;
  • Exercícios com movimentos de rotação de tronco;
  • Exercícios com cargas muito altas e de alto impacto;
  • Pranchas no chão em que o abdômen fica para baixo.

Existe um tratamento para diástase?

 tratamento para diastase

Sim, há algumas opções para tratar a condição de diástase. Entre elas, estão os exercícios de pilates clínico, fisioterapia e cirurgia.

Exercícios de Pilates Clínico

A primeira opção para esse tratamento são os exercícios de pilates clínico. Eles devem sempre ser feitos na presença de um fisioterapeuta ou personal trainer. Isso porque se feitos de forma errada, podem piorar o afastamento  

Fisioterapia

Há também a opção de fisioterapia. Nela, se faz uso de equipamentos como o FES para promover a contração dos músculos, o que é importante para garantir maior fortalecimento do reto abdominal.

Cirurgia

Por último, em último caso de algumas situações mais específicas e complicadas, pode ser necessária a cirurgia para costurar e aproximar os músculos. 

Conclusão

A diástase, como você pode ver, é um problema que afeta principalmente mulheres gestantes e pode provocar uma série de dores no organismo. Por isso, é importante procurar um tratamento de qualidade!

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Tratamento Multidisciplinar: O que é, Importância e Benefícios

A ciência tem procurado cada vez mais diferentes dialogar com diferentes áreas de atuação da saúde para entender os fenômenos humanos. Essa visão holística, forte na medicina, tem abordado uma perspectiva que considera o organismo como um todo.

É a partir desse contexto que entra o conceito de tratamento multidisciplinar, que diz respeito à união de diversos tipos de tratamentos das esferas da ciência para solucionar um problema de saúde. 

Se você quer saber mais sobre esse assunto, chegou a hora de aprender sobre tratamento multidisciplinar. Não só vamos explicar mais esse conceito, mas falar sobre sua importância e benefícios, além das doenças que podem ser tratadas com ele. Boa leitura!

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O que é um tratamento multidisciplinar?

O tratamento multidisciplinar nada mais é do que um tratamento que envolve uma combinação de profissionais de diferentes áreas com experiências complementares a fim de garantir uma melhor resposta para a doença em questão.

Os profissionais, portanto, trabalham unidos em prol da recuperação do paciente, a partir de um consenso nas decisões de cada intervenção. O objetivo é ter o melhor resultado.

A equipe irá, de forma conjunta, realizar o trabalho multidisciplinar baseado em um método que envolve três etapas: diagnóstico, tratamento e recuperação.

Qual a importância de um tratamento multidisciplinar?

A aplicação de cuidados multidisciplinares é essencial para ganhar mais assertividade no tratamento de doenças. Quando se tem mais de um profissional envolvido, de um diferente campo de atuação, fica mais fácil que novas perspectivas e visões ajudem na solução.

Da mesma forma, chances de que o paciente tenha seu caso investigado de um modo mais específico e mais criterioso serão maiores também.

Sendo assim, uma abordagem unidirecional do paciente se mostra limitante e, por isso, os tratamentos multidisciplinares têm sido cada vez mais presentes.

Principais benefícios de um tratamento multidisciplinar

Como se mostra enquanto uma tendência, o tratamento multidisciplinar apresenta uma série de vantagens em relação a um tratamento feito por apenas um profissional da saúde. Vamos elencar alguns desses benefícios aqui.

Autoconhecimento

O processo de autoconhecimento consegue ser maior dentro de um tratamento multidisciplinar. Isso se torna possível uma vez que, durante o tratamento, é possível encontrar potenciais positivos desconhecidos que não eram percebidos e valorizados como deveriam. 

Um dos motivos que facilita esse autoconhecimento é porque esse tipo de tratamento enxerga o paciente como um ser integral, em vez de limitá-lo a apenas um portador de uma doença.

Melhor custo benefício

Uma equipe multidisciplinar sempre busca entrar em consenso sobre a melhor alternativa a ser adotada. Dessa forma, é comum que ela opte por aquela que traz um melhor custo-benefício. 

Dessa forma, se tem dois ganhos: melhor resultado  para o paciente e, ao mesmo tempo, redução de custos com tratamentos que podem não trazer resultados.

Otimização de resultados com a saúde

Os resultados também são mais sucedidos nesse processo. A conexão entre os diferentes profissionais aumenta a potencialização do tratamento.

Isso acontece, por exemplo, devido a redução de problemas que podem ser provocados pela mistura de remédios não indicados, uma vez que os diferentes profissionais conversam e entendem o processo de forma completa.

Quais os profissionais da equipe multidisciplinar?

Quais os profissionais da equipe multidisciplinar

Já falamos que o tratamento multidisciplinar envolve uma série de profissionais em constante diálogo. São eles, portanto:

  • Médicos;
  • Enfermeiros;
  • Psicólogos;
  • Nutricionistas;
  • Fisioterapeutas;
  • Assistentes sociais.

Médicos

Em primeiro lugar, estão os médicos. Esses profissionais podem prestar assistência em consultórios, clínicas, ambulatórios e hospitais, bem como compor as equipes de saúde da família, cujo trabalho é voltado para a atenção à saúde domiciliar, por exemplo.

Enfermeiros

Os enfermeiros têm como principal papel o apoio a médicos em procedimentos mais específicos, como intervenções cirúrgicas. Ao mesmo tempo, também prestam suporte direto a situações que demandam cuidados básicos e específicos em hospitais ou em domicílios.

Psicólogos

Os psicólogos são responsáveis pelo cuidado da saúde mental do paciente, sejam eles crianças, adultos ou idosos. 

Eles são essenciais em uma equipe multidisciplinar de saúde. É muito comum que o tratamento de doenças demandam trabalhar melhor a saúde emocional para lidar melhor com o problema.

Fisioterapeutas

Os fisioterapeutas também auxiliam bastante nos cuidados para alguns problemas de saúde que envolvem o corpo. Podem trabalhar com a recuperação de lesões e acidentes, até a prevenção de doenças posturais e musculares.

Nutricionistas

Por fim, os nutricionistas têm o papel de introduzir uma melhor relação com a comida para o paciente que enfrenta uma doença. Dessa forma, eles irão analisar condições clínicas do paciente e avaliar o impacto de seus hábitos alimentares em cima da sua saúde.

Quais doenças precisam de um tratamento multidisciplinar?

O tratamento multidisciplinar pode ser usado para o tratamento de diversas doenças. Vamos falar um pouco sobre elas neste tópico.

Câncer

Quais doencas precisam de um tratamento multidisciplinar

O câncer, de forma simples, é uma doença na qual as células anormais se dividem de modo incontrolável e passam a destruir o tecido do corpo. O tratamento do câncer pode ser feito por meio de cirurgia, quimioterapia, radioterapia ou transplante de medula óssea. 

Devido ao seu processo invasivo e ao mesmo tempo bastante delicado, demanda uma série de profissionais para encontrar a melhor solução. 

O tipo, o estágio do tumor, a localização e o estado de saúde geral do paciente influenciam bastante na decisão dos profissionais, envolvendo não só médicos oncologistas, como também psicólogos, nutricionista oncológica e uma equipe de enfermagem.

Fibromialgia

A fibromialgia é uma uma doença reumatológica que afeta a musculatura e causa bastante dor ao paciente. Além desse sintoma, é comum aparecer problemas como cansaço, dificuldade para dormir, rigidez, intolerância ao exercício e palpitações.

Dessa forma, a partir de um diagnóstico médico, visto que afeta diversas regiões do corpo de diferentes formas, o tratamento da fibromialgia costuma contar com, além do médico, a participação de  fisioterapeuta e psicólogos. 

Alguns dos tratamentos envolvem medicamentos, acupuntura, exercícios de relaxamento e atividades físicas.

Obesidade

Por fim, outra doença que também demanda um tratamento multidisciplinar é a obesidade. O obeso é portador de um excesso de gordura que compromete sua saúde e, muitas vezes, recorre a profissionais para fazer essa redução.

No geral, para o tratamento da obesidade, se faz a utilização de remédios, uma dieta restritiva ou cirurgia bariátrica. Nesse processo, são envolvidos profissionais como médicos, nutricionistas, psicólogos e endocrinologistas. 

Conclusão

Como você pode ver nesse texto, uma equipe interdisciplinar em saúde é fundamental para aumentar a qualidade de vida dos pacientes.

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Como fazer Reeducação Postural Global? Principais Exercícios

Os exercícios de reeducação postural global são muito importantes para desenvolver maior consciência da postura corporal e, ainda, corrigir problemas nessa região.

Durante o RPG, que é feito com um fisioterapeuta, o profissional irá analisar toda a postura da pessoa e indicar os exercícios mais adequados. No entanto, você sabe quais são eles? 

Se você quer aprender como fazer a reeducação postural global, está no artigo certo. Existem vários exercícios de RPG e você vai conhecer cada um deles nesse artigo, além de saber a importância desse tratamento. Boa leitura!

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 O que é a Reeducação Postural Global?

Também conhecida como RPG, a Reeducação Postural Global é uma técnica que tem como foco corrigir a postura do paciente, de forma a orientar a maneira correta de se posicionar, sentar e respirar.

Sendo assim, a técnica de RPG envolve estratégias de alongamento muscular, o trabalho respiratório e o fortalecimento da cadeia de músculos fundamentais para a garantair a melhora do alinhamento da coluna vertebral.

Esse tipo de tratamento pode ser utilizado para diversos tipos de problemas, como, por exemplo, escoliose, lombalgia, hérnia de disco, lesões e retrações articulares, bem como doenças neurológicas que envolvem rigidez muscular.

Importância da Reeducação Postural

A reeducação postural é importante, principalmente, pois consegue aumentar de forma bastante considerável a qualidade de vida das pessoas tratadas.

Além de conseguir melhorar a postura do paciente – sendo o principal motivo para se procurar essa técnica – a Reeducação Postural Global tem uma érie de vantagens, como, por exemplo:

  • Eliminar a dor ciática;
  • Resolver problemas de torcicolo
  • Corrigir o posicionamento dos joelhos;
  • Melhorar a respiração;
  • Solucionar problemas de hérnia de disco; 
  • Eliminar a dor de cabeça; 
  • Corrigir o pé plano.

Como fazer Reeducação Postural Global: posturamento

Como fazer Reeducacao Postural Global posturamento

Para que o corpo mantenha-se equilibrado, ele deve compensar qualquer desequilíbrio pelo desequilíbrio inverso no mesmo plano e de mesmo valor. 

Sendo assim, toda e qualquer deformidade é acompanhada por uma compensação que tem como objetivo recolocar o centro de gravidade do corpo, de forma que sua projeção continue caindo dentro da área de sustentação do corpo.

Logo, quando se tem um desvio postural, é preciso procurar a causa e entender qual é a musculatura estática responsável por sua fixação. Além disso, é preciso saber qual é a  compensação e verificar se estão fixadas. 

Em alguns casos, é preciso eliminar a compensação antes de resolver o problema. Sendo assim, o posicionamento acontece na RPG  por meio de posturas básicas. Elas serão responsáveis por atuar sobre as instalações de deformidades e  compensações.  

Como funciona a Reeducação Postural Global?

Como falamos, existem posturas específicas que se trabalha nessa técnica. Antes de começar a fazer os exercícios em si, o paciente é avaliado por um fisioterapeuta, que irá analisar o problema e sua origem.

Isso acontece na primeira sessão, em geral. Uma avaliação minuciosa é feita com o objetivo de identificar as necessidades e limitações do indivíduo. 

Para isso, então, se examina o quadril, joelhos, pés, ombros, cervical, lombar e até mesmo a respiração, que também pode ser responsável por modificar o equilíbrio postural. 

Além disso, costuma-se analisar também os hábitos comuns do paciente, para entender se esses podem estar contribuindo para a dor ou o desalinhamento postural. 

Depois disso, na segunda sessão, as posturas começam a ser trabalhadas. São sempre as  mesmas posturas, no entanto, o que muda é a intensidade de cada uma delas, bem como o foco em uma parte do corpo.

No geral, se começa sem o uso de carga e à medida que acontece uma evolução no quadro do paciente, as cargas são inseridas, conforme o alongamento seja maior.

As sessões de RPG são individuais, e podem durar entre 40 a 60 minutos.  Em cada uma delas, são trabalhadas no máximo 3 posturas.

Principais exercícios de Reeducação Postural Global

Agora que falamos sobre o funcionamento das sessões de Reeducação Postural Global, chegou a hora de falar sobre os exercícios que existem. Vamos falar sobre os principais exercícios.

Rã no chão

A primeira postura para quem quer saber como fazer Reeducação Postural Global é a rã no chão, que é feita com braços abertos e com os braços fechados. 

Esse tipo de postura consiste no tronco e membros inferiores em extensão. Sendo assim, ela permite ao terapeuta trabalhar partes do corpo como: sobre

  • Nuca;
  • Tórax e a respiração;
  • Coluna vertebral;
  • Ombros;
  • Cotovelos;
  • Mãos;
  • Pelve;
  • Quadril;
  • Joelhos;
  • Pés.

Para executá-la, o paciente deve estar deitado no chão. Primeiro, ele irá abrir as pernas com os joelhos fletidos e as solas dos pés unidas. É importante manter a coluna lombar totalmente apoiada no chão. 

A partir disso, será feito o autocrescimento da cabeça e da coluna. Nos exercícios de RPG, é importante sempre priorizar a expiração. 

Os braços começam a 45 em relação ao corpo com as palmas da mão pra cima. À medida que o exercício fica mais simples, ele deve ser intensificado.

As pernas irão se estender e os braços irão crescer no sentido da cabeça. O paciente deve permanecer nessa posição por aproximadamente 10 minutos.

A progressão da postura em abertura de ângulo consiste na extensão e adução dos membros inferiores e abertura dos membros superiores. 

Rã no ar 

A postura “rã no ar” também pode ser de braços abertos e braços fechados. Nesta postura, os músculos de diversas partes do corpo são trabalhados, como:

  • Nuca;
  • Tórax;
  • Coluna vertebral;
  • Ombros;
  • Cotovelos;
  • Mãos;
  • Pelve;
  • Quadril;
  • Joelhos;
  • Pés. 

Esse alongamento é feito deitado, com o apoio de uma parede. Os pés devem estar unidos e os joelhos dobrados. O começo é feito com o autocrescimento da cabeça e da coluna.

Assim como a rã no chão, os braços começam a 45 em relação ao corpo com as palmas da mão pra cima. 

À medida que o alongamento se facilita, o exercício também se intensifica. Os joelhos, então, esticam e as pontas dos pés vão para baixo.  Os braços abrem em direção a cabeça, apoiados no chão. 

Nesse tipo de auto postura, o paciente deve permanecer na posição por aproximadamente 10 minutos.

Em pé contra a parede

A auto postura em pé contra a parede também é outro exercício importante para saber como fazer uma Reeducação Postural Global. Nela, o paciente deve ser colocado de costas para a parede, apoiando toda a coluna nela.

Os pés devem estar a uma distância de 10 centímetros da parede, os calcanhares devem estar encostados e os joelhos devem estar semifletidos. 

O exercício se inicia com o autocrescimento da cabeça e da coluna, com o apoio dos ombros na parede. Os braços começam a 45 graus em relação ao corpo. Dessa forma, alonga-se pescoço, trapézio, ombro e braços. 

Caso os calcanhares estejam afastados da parede, deve aproximá-los a cada repetição da postura. O paciente deve permanecer nessa posição por aproximadamente 5 minutos. 

Em pé no centro

A postura em pé no centro é a postura contrária a de pé contra a parede. Nela, é possível pilotar a coluna observando e corrigindo os desequilíbrios.

Para isso, então, os calcanhares devem estar unidos mantendo uma pequena abdução de 15º, assim como os joelhos semifletidos.

Ao utilizar a tábua, cada vez que estender o joelho, é necessário elevar a prancha. Além disso, a extensão do quadril e joelho só pode ser feita com a rotação externa do fêmur.

Nesta postura, se prioriza a respiração, além de trabalhar algumas partes do corpo como, por exemplo, a coluna vertebral, o quadril, os joelhos e os pés.

Auto postura sentada 

A postura sentada tem eficácia no tratamento da coluna vertebral, no quadril, nos joelhos e esquema corporal. Esta é uma postura mista em carga, já que as pernas não recebem o peso do corpo.

Para executá-la, o fisioterapeuta deve solicitar ao paciente para que ele sente-se no banco, chão ou mesa. Uma vez posicionado, deve-se abrir as pernas e manter os joelhos dobrados.

Após isso, é feito o autocrescimento da cabeça e da coluna. Os ombros devem estar apoiados na parede, sempre priorizando a expiração. Os braços começam a 45 graus em relação ao corpo.

Esse exercício trabalha o alongamento do pescoço, trapézio, ombros e braços. À medida que o exercício fica mais fácil, ele se intensifica. 

As pernas se estendem, mantendo os joelhos fletidos e trazendo as pontas do pé para perto. Os braços vão fechando em direção ao corpo. 

O paciente deve permanecer nessa posição por aproximadamente 5 minutos. Essa postura sentada é excelente para casos de escoliose.

Em pé inclinada para frente

A postura em pé inclinada para frente – também chamada de bailarina – serve para pilotar a coluna, observando e corrigindo os desequilíbrios. Ela alonga a cadeira postural e demanda maior experiência. 

O primeiro passo é encostar as mãos no chão, com os joelhos fletidos e os calcanhares encostados. O apoio da mesa e cadeira podem ajudar. As pernas vão se estendendo e mantendo a coluna sempre para frente, sem perder a curvatura da coluna.

À medida que o exercício fica mais intenso, os joelhos vão se estendendo e o corpo se inclina mais para frente. Esse exercício deve ser feito no máximo por 3 minutos.

O fisioterapeuta deve trabalhar a flexão do tronco, braços, pernas, calcanhares, joelhos, pelve e coluna para manter a cifose torácica ou recriá-la nos casos de retificação através da

expiração, bem como posicionar os ombros e membros superiores.

Cuidados ao fazer exercícios de Reeducação Postural Global

Cuidados ao fazer exercícios de Reeducacao Postural Global

A reeducação postural global não apenas traz benefícios para pessoas que sofrem com problemas posturais, mas também para as pessoas que buscam encontrar um melhor equilíbrio, flexibilidade e harmonia do corpo. 

Essa técnica, inclusive, é uma terapia reconhecida pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Crefito) e precisa ser feita com cuidado. Por isso, é importante ressaltar que a RPG é um tratamento realizado apenas por fisioterapeutas com formação na área.

Logo, não se pode fazer nenhum desses exercícios sozinhos.  Para que não haja problemas ou uma piora no quadro clínico do paciente, é preciso procurar uma clínica especializada.

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Conclusão

Nesse artigo você pode entender como fazer reeducação postural global: o que é, qual sua importância e quais são os exercícios utilizados no tratamento. 

Trata-se de uma técnica indicada para todas as pessoas que querem desenvolver maior consciência corporal e postura!

O que comer antes do treino funcional? Conheça as Opções!

Para quem quer ter um bom resultado do treino funcional, fazer uma alimentação adequada antes do treino é fundamental.No entanto, você sabe quais são as melhores opções na hora de escolher a refeição pré-treino funcional?

 Se você ainda não sabe, não tem problema, pois está no artigo certo. Vamos falar justamente sobre os tipos de alimentos que você pode investir antes de ir se exercitar.

Por isso, nesse artigo vamos falar sobre o que comer antes do treino para emagrecer, ganhar massa, tanto de manhã como de noite, além de falar dos alimentos que auxiliam no treinamento funcional. Boa leitura!

Por que comer antes do treino funcional?

A refeição antes do treino funcional é muito necessária para a execução do exercício. Sendo assim, a alimentação pré-treino traz diversos benefícios, como, por exemplo:

  • Mantém os níveis de glicose no sangue dentro da faixa de normalidade durante o treino e, assim, evita que o organismo sofra de hipoglicemia;
  • Diminui a sensação de fadiga que o organismo pode sentir;
  • Como consequência, garante um bom rendimento durante a atividade.

O que comer antes do treino funcional?

Como já sabemos agora, é importante que a escolha dos alimentos antes do treino funcional seja bem feita. Afinal, é a alimentação que vai garantir a energia necessária para as atividades. 

Sendo assim, no geral, é indicado fazer uma refeição que seja fonte de carboidratos antes do treino, para evitar o catabolismo muscular – que significa, em outras palavras, a perda de massa magra – e, assim contribuir para o rendimento de quem treina.

Nos próximos tópicos, vamos falar sobre o que comer para treinos com diferentes objetivos, como é o caso de treinos para emagrecer e treinos para fortalecimento muscular.

Além disso, também vamos falar sobre os tipos de alimentos mais indicados para quem treina de manhã e para quem treina de noite.

O que comer antes do treino para emagrecer?

Algumas pessoas costumam fazer o treino funcional que envolve emagrecimento em jejum prolongado, No entanto, o ideal é fazer alguma refeição antes de se exercitar.

Os alimentos ideais para essa finalidade são aqueles que forneçam energia e saciedade sem engordar. 

Alguns alimentos de baixo índice glicêmico que podem ajudar no emagrecimento, quando ingeridos antes do treino, são:

  • Granola sem açúcar;
  • Aveia;
  • Frutas com menos teor de açúcar;
  • Pão integral + peito de peru light;
  • Claras de ovo + bolacha integral;
  • Iogurte desnatado.

Essas são algumas boas opções pois não aumentam muito a quantidade de açúcar no sangue e ajudam no emagrecimento.

O que comer antes do treino funcional para ganhar massa magra?

Como já falamos antes, se alimentar bem interfere no resultado dos exercícios físicos e isso não é diferente para quem quer ganhar massa magra. 

Sendo assim, para ganhar mais massa muscular, o ideal é escolher proteínas magras combinadas com carboidratos. É importante que esse consumo seja pelo menos de 2 a 3 horas antes do treino, pois eles demoram mais para serem digeridos.

Algumas das opções que você pode consumir para essa finalidade são:

  • Carne vermelha magra (grelhada ou cozida);
  • Verduras e legumes;
  • Filé de frango;
  • Peixe assado ou grelhado;
  • Lentilha;
  • Arroz integral.

O que comer antes do treino funcional de manhã?

O que comer antes do treino funcional de manha

Muitas pessoas acreditam que podem fazer seu treino funcional pela manhã sem se alimentar. No entanto, é pouco recomendado pelos profissionais. 

O café da manhã, inclusive, é a principal refeição do dia e, por isso, pode se tornar um excelente pré-treino para quem treina nesse horário.

Caso for malhar pela manhã, é importante que se consuma em um intervalo de tempo de 1h e meia antes do treino.

No entanto, isso pode variar de acordo com o alimento. Os que possuem mais gordura levam mais tempo para serem metabolizados pelo organismo. 

Sendo assim, se você deseja diminuir esse tempo de espera, é interessante optar por alimentos mais leves, mas que ofereçam energia.

Pensando nisso, separamos alguns dos principais alimentos que devem fazer parte do seu café da manhã pré-treino:

  • Sucos verdes;
  • Smoothies funcionais
  • Ovos;
  • Banana com aveia e mel
  • Iogurte e frutas;
  • Tapioca;
  • Shakes de Whey protein com frutas.

O que comer antes do treino de noite?

O que comer antes do treino de noite

Cada pessoa tem um horário diferente para treinar e, por isso, algumas pessoas fazem seu treino funcional pela noite. 

Nesse caso, o ideal é priorizar o consumo de alimentos ricos em proteínas, cereais e frutas que não sejam muito pesados. Alguns dos alimentos que podem ser consumidos são:

  • Peito de peru;
  • Frango;
  • Queijo branco;
  • Sanduíche de pão integral;
  • Frutas leves ou secas;
  • Cereais.

Uma dica de ouro para quem opta por treinar esse horário é sempre evitar pratos pesados que possam comprometer o descanso da noite.

Quais alimentos auxiliam no treinamento funcional?

Além das opções que trouxemos até agora, vamos falar sobre outros tipos de alimentos que podem ser benéficos para quem faz treinamentos funcionais com constância.

Barrinha de proteína 

As barrinhas levam carboidrato nos ingredientes e são excelentes opções para serem consumidas antes do treino, pois oferecem energia.

Açaí

Outra fonte de carboidrato e também de cafeína é o açaí. Ele pode ser uma alternativa, em alguns momentos, para dar mais energia durante os treinos. 

No entanto, vale ressaltar que é muito importante evitar adicionar acompanhamentos com muito açúcar, a exemplo do leite condensado.

Batata-doce

Por fim, outra opção que é fonte de carboidrato complexo e de baixo índice glicêmico é a batata doce. Ela consegue deixar a pessoa saciada por mais tempo, inclusive, após o treino. O ideal é comê-la cozida. 

Conclusão

Como podemos ver nesse artigo, os alimentos são uma fonte de energia primordial na hora de fazer exercícios físicos. Agora que você já sabe o que comer antes do treino funcional, está na hora de procurar um bom lugar para treinar.

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Exames Neurológicos: Quais São e Como eles são feitos?

Uma das partes mais importantes do funcionamento do corpo humano é a região neurológica. A neurologia, por sua vez, é um tipo de especialidade médica voltada para o diagnóstico e tratamento de patologias do cérebro. 

Você já parou para pensar na importância dos exames neurológicos para a nossa saúde? Eles são uma ferramenta essencial para a identificação de problemas que podem afetar o sistema nervoso.

Sendo assim, nesse artigo vamos falar mais sobre os exames neurológicos, quais são os tipos, como são feitos e quais são as principais doenças neurológicas que existem. Boa leitura!

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O que é um exame neurológico?

Um exame neurológico é todo tipo de exame responsável pela avaliação do sistema neurológico. Sendo assim, ele corresponde a uma série de testes que analisam a função das estruturas responsáveis pelo funcionamento do cérebro humano.

De forma geral, os exames neurológicos avaliam aspectos como as habilidades motoras e sensoriais, o equilíbrio e coordenação, o estado mental, além dos reflexos e funcionamento dos nervos. 

Para que serve um exame neurológico?

Um exame neurológico pode ter diferentes finalidades específicas. No entanto, seu principal objetivo é identificar transtornos que afetam o sistema neurológico. 

Embora foquem no sistema neurológico, todos os sistemas do organismo podem ser eventualmente avaliados em um exame desse tipo. Isso acontece pois problema muscular como paralisia pode oriundo de em algum problema no nervo. 

De modo geral, os exames neurológicos servem para avaliar alguns elementos corporais e condições como:

  • Estado mental;
  • Nervos cranianos;
  • Nervos motores;
  • Nervos sensitivos;
  • Reflexos;
  • Coordenação e equilíbrio;
  • Caminhar (marcha);
  • Regulação dos processos internos do corpo (pelo sistema nervoso autônomo);
  • Fluxo sanguíneo para o cérebro.

Dessa forma, a realização de exames neurológicos auxilia na detecção de tumores, doenças autoimune, lesões cerebrais, patologias metabólicas, inflamações, infecções e doenças degenerativas.

Quais são os exames neurológicos?

Como os exames neurológicos avaliam diversos tipos de situações que podem afetar o sistema nervoso, existem muitos tipos de avaliações. São eles:

  • Doppler transcraniano;
  • Punção lombar;
  • Ressonância magnética;
  • Tomografia computadorizada;
  • Eletroencefalograma;
  • Angiotomografia de crânio.

Doppler transcraniano

O primeiro exame neurológico é o doppler transcraniano, que se configura como um tipo de exame diagnóstico de ultra-sonografia. Seu papel é avaliar as velocidades de fluxo do sangue nas principais artérias do cérebro.

Esse exame é feito por meio de um aparelho que será responsável por emitir ondas sonoras que atingem o tecido e retornam como um eco convertido em imagens. 

Punção lombar

A punção lombar é um procedimento que tem por objetivo a coleta de uma amostra do líquido cefalorraquidiano, o qual banha o cérebro e a medula espinhal. Ele serve para identificar infecções como meningite ou encefalite, bem como esclerose múltipla.

Ele é feito através da inserção de uma agulha entre duas vértebras da região lombar até atingir o espaço entre camadas que revestem a medula, por onde o líquido passa.

Ressonância magnética

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Um dos exames neurológicos mais conhecidos é a ressonância magnética. É ela quem permite a visualização de alta definição dos órgãos do corpo. Nesse caso, do cérebro.

Esse exame faz uso de ondas eletromagnéticas para a formação das imagens do cérebro e da medular espinhal, sendo uma técnica muito útil para avaliar os tumores nessas regiões.

Tomografia Computadorizada

Um outro exame alternativo é a tomografia computadorizada (TC), que fornece imagens precisas do cérebro, crânio, pescoço, seios da face e mandíbula com alta resolução.

Sendo assim, a TC permite identificar diversas doenças, como, por exemplo, tumores, lesões, traumatismo craniano, aneurisma, hidrocefalia e derrames.

Esse tipo de exame costuma ser uma alternativa a ressonância magnética em alguns casos, como para pacientes acima do peso ou para pessoas que têm claustrofobia. 

Eletroencefalograma

O eletroencefalograma é um exame que visa registrar a atividade elétrica cerebral espontânea. Ele serve para diagnosticar eventuais anormalidades neurológicas, como doenças psíquicas e epilepsia.

O eletroencefalogram é feito através de eletrodos que são colocados na cabeça do paciente acordado. Seu resultado é expresso por meio de um traçado que mostra as chamadas ondas mentais relativas às atividades cerebrais.

Angiotomografia de crânio

Por fim, outro exame neurológico é a angiotomografia de crânio. Ela permite diagnosticar doenças como um aneurisma, vasoespasmo e displasia fibromuscular. Esse exame é feito a partir do contraste iodado intravenoso e avental de chumbo.

Como são feitos os exames neurológicos?

Os exames neurológicos são feitos, de forma geral, no consultório do médico e envolve diversas etapas, como, por exemplo, a anamnese, que diz respeito à análise do histórico clínico do paciente.

Além disso, os exames também envolvem a avaliação do estado em que o paciente se encontra mentalmente, a análise do estado físico no qual o paciente se encontra e os exames diagnósticos propriamente ditos.

O exame neurológico se inicia com a observação atenta do paciente, a fim de perceber as dificuldades relacionadas à velocidade, coordenação motora, postura, marcha, fala e outras funções. 

É importante ressaltar que um exame neurológico pode ser feito em diferentes ocasiões, como é o caso do exame físico de rotina, o acompanhamento de uma doença ou em casos mais específicos, como após um trauma sofrido.

Quais são as doenças neurológicas mais comuns?

Quais sao as doencas neurologicas mais comuns

Entre as doenças neurológicas mais comuns que afetam os indivíduos estão:

  • Mal de Alzheimer;
  • Mal de Parkinson;
  • Tumores do cérebro e coluna;
  • Esclerose múltipla;
  • Aneurisma;
  • Acidente Vascular Cerebral (AVC);
  • Adenoma da glândula pituitária;
  • Enxaqueca.

Doenças neurológicas têm tratamento?

Existem doenças neurológicas que possuem tratamento e outras que não. O tratamento vai depender de qual for ela e qual o seu nível.

Algumas das doenças neurológicas mais conhecidas, como é o caso do mal de Parkinson e o mal de Alzheimer, não têm tratamento.

Já muitas outras neuropatias são tratadas essencialmente com remédios que atuam no sistema supressor da dor. Há também doenças neurológicas que envolvem um conjunto de tratamentos, como:

  • Medicamentos;
  • Fisioterapia;
  • Fonoaudiologia;
  • Cirurgias locais;
  • Terapia mental.

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Conclusão

Nesse artigo você pode entender a importância dos exames neurológicos para identificar eventuais problemas nessa região do nosso corpo. É importante sempre fazer exames neurológicos para estar em dia com a saúde!

Pilates para coluna: Benefícios, Como Funciona e Exercícios

O pilates é um tipo de exercício físico que oferece benefícios para inúmeros problemas. Entre as partes do nosso corpo que podem ser trabalhadas por ele, então, está a coluna. Você já parou para pensar como o pilates pode ajudar nisso?

Como se trata de um exercício criado para melhorar todos os aspectos da consciência corporal, o pilates para coluna é uma excelente opção para quem tem hérnia de disco

e desvios posturais, por exemplo. 

No entanto, para esses casos, também existem restrições que vamos falar mais para frente. Se você quer aprender tudo sobre pilates para coluna, então, está no artigo certo!

 Aqui vamos falar não só como funciona a nossa coluna vertebral, mas também como os exercícios de pilates podem ajudar pessoas com problemas nessa região do corpo. Boa leitura!

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Anatomia da coluna

Em primeiro lugar, antes mesmo de falar sobre o pilates focado na coluna, precisamos entender melhor como é a anatomia da coluna vertebral.

A coluna vertebral é composta por diversos ossos chamados vértebras. Elas se dividem, por sua vez, em: 

  • Cervical (7 vertebras);
  • Torácica (12 vértebras);
  • Lombar (5 vértebras);
  • Sacral (4 vértebras);
  • Coccígea (4 a 5 vértebras).

Cada segmento da coluna vertebral tem seu movimento correspondente. De forma geral, o objetivo dessa região do corpo é proteger a medula espinhal e os nervos espinais, além de suportar o peso do corpo, garantir postura, flexibilidade e locomoção ao corpo.

Além disso, a coluna apresenta também 6 graus de mobilidade. É devido a eles que podemos fazer movimentos de flexão, extensão, flexão lateral direita e esquerda e as rotações direita e esquerda.

A coluna também é um eixo central do nosso corpo, graças aos músculos, ligamentos, cápsulas, tendões e discos presentes nessa região, que oferecem maior flexibilidade.

Por fim, vale dizer que a coluna possui curvaturas naturais, chamadas de cifose e lordose. No entanto, quando elas se agravam, passam a ser hipercifose e hiperlordose. É justamente essas alterações que podem provocar também dores na coluna.

O que pode provocar dor na coluna?

A dor na coluna pode ser provocada por diversos fatores, como, por exemplo, estresse, quedas, má postura e até mesmo por sedentarismo ou atividades físicas feitas de forma inadequada, que podem provocar problemas, inclusive, como a lombalgia.

A dor de coluna também pode ser provocada por muito tempo trabalhando em frente ao computador com a postura incorreta e o próprio envelhecimento e desgaste das vértebras da coluna.

No entanto, por fim, a dor de coluna também pode ser provocada por doenças mais específicas, como:

  • Hérnia de disco, processo inflamatório que atinge um nervo da coluna ou medula espinhal.;
  • Dor ciática, uma lesão ou inflamação no nervo ciático;
  • Artrose, uma doença que ataca as articulações do corpo;
  • Artrite, tipo de inflamação nas articulações;
  • Desvios na coluna, sendo mais comuns os problemas como lordose, escoliose e cifose.

Quem tem problema de coluna pode fazer Pilates?

Sim. Em primeiro lugar, é muito importante que pessoas com problemas de coluna pratiquem exercícios físicos. Um dos exercícios, portanto, é o pilates.

Ele é uma excelente alternativa porque não só vai permitir que o corpo exerça uma movimentação contínua, como vai minimizar as dores de quem sofre com problemas nessa região.

Vale ressaltar que o pilates também pode ser feito por pessoas que não apresentam nenhum problema de postura, mas querem manter a coluna saudável e alinhada.

Como funciona o pilates para coluna?

Como funciona o pilates para coluna

O pilates trabalha com a contrologia. Dessa forma, ele permite que o paciente desenvolva o controle dos músculos do corpo, bem como melhora postura e mantenha o tronco mais ereto e menos curvado.

O pilates para coluna funciona a partir de sessões, que são feitas ou no solo ou em equipamentos apropriados, capazes de trabalhar todo o corpo. 

Todos os exercícios são feitos de forma individual, de acordo com as limitações de cada pessoa. Os movimentos, por sua vez, exigem respiração e postura adequadas.

O principal objetivo em uma aula de pilates para coluna é a estabilização dos músculos profundos – nomeados como Power House – e são compostos por:

  • Transverso do abdômen: este atua como uma cinta para manter a parede abdominal e comprimir as vísceras abdominais;
  • Multífidos: já esses músculos funcionam como um pilar de sustentação, possuindo um importante papel de rotação, flexão lateral e extensão da coluna, indispensáveis na estabilização do corpo;
  • Assoalho pélvico: esse tipo de músculo é a base da sustentação dos órgãos internos, se localizando na porção inferior do quadril, especificamente entre as coxas;
  • Diafragma: por fim, esse músculo é o teto da sustentação da formação “power house” e separa a cavidade abdominal da torácica, sendo o principal músculo responsável pela respiração.

Quais os benefícios do Pilates para a coluna?

Como já falamos antes, o pilates tem uma série de benefícios, uma vez que é capaz de deixar essa parte do corpo mais alinhada e fortalecida. Sendo assim, entre as vantagens do pilates para a coluna, estão:

  • Melhor equilíbrio e coordenação motora;
  • Maior amplitude dos movimentos;
  • Maior capacidade respiratória e a oxigenação;
  • Aumento da flexibilidade para o corpo;
  • Melhor o funcionamento dos órgãos.

Como fazer Pilates para melhorar a coluna?

Existe uma série de exercícios do pilates que são capazes de melhorar a coluna. Alguns dos que iremos falar nos próximos subtópicos são:

  • Spine Twist;
  • Glute Stretch;
  • Back Extension;
  • Spine Stretch;
  • Swan.

Spine Twist

O primeiro exercício de pilates para  oluna que vamos falar é o Spine Twist. Nele, devemos manter nossa postura alinhada e ao mesmo tempo executar a rotação da coluna. O objetivo é desenvolver a mobilidade rotacional.

Para executar esse exercício, primeiro, você deve se inspirar de forma devagar. Depois disso, deve sentar-se de forma bastante reta em uma posição de 90°. Em seguida, você irá manter o peito aberto a o abdome contraído.

Mantenha a cabeça para cima e para frente, assim como os braços abertos e estendidos para trás até que as escápulas se toquem. 

É importante deixar as pernas totalmente apoiadas e estendidas sobre o colchonete ou o chão, bem como as pontas dos pés para cima e para trás.

Na segunda parte, você deve manter os braços abertos e as pernas totalmente rígidas e expirar lentamente. 

Execute, então, a rotação do tronco e da cabeça para a direita o máximo possível. Inspire lentamente e retorne à posição de começo para recomeçar o exercício.

Glute Stretch

Outro exercício fácil de pilates para a coluna é o Glute Stretch. Esse exercício foca em alongar todos os grandes músculos dos glúteos: o glúteo máximo, o glúteo medio el glúteo mínimo

Para fazê-lo, a pessoa deve, em primeiro lugar, ficar deitado no chão com a barriga para cima. Em seguida, o praticante deve esticar uma das pernas. Já a outra perna deve ser cruzada sobre a perna de apoio na altura do joelho, de modo a formar um 4. 

Ao expirar, deve-se puxar a perna cruzada contra o peito, alongando a lombar e glúteos. Depois, será preciso apenas voltar a esticar a perna à posição inicial para voltar e repetir o mesmo exercício com as pernas opostas.

Back Extension

O Back Extension é um exercício de pilates que tem como propósito aumentar a mobilidade da coluna em extensão e, ainda, alargar a cadeia anterior. Ele também serve para ajudar em dores lombares crônicas, osteoporose e osteoartrose.

Para executar o Back Extension, é preciso de um rolo. A pessoa deve estar sentada no solo sobre o quadril com as mãos na nuca e rolo horizontal apoiado abaixo das escápulas.

Assim, o aluno deve realizar a extensão de tronco sem tirar a pelve do solo e, como forma de progredir o exercício, deve colocar o rolo mais próximo às vértebras torácicas baixas.

Spine Stretch

O exercício de Spine Stretch, foca em oferecer uma mobilização da coluna em extensão e, assim como o Back Extension, fazer o alongamento da cadeia anterior.

Para fazê-lo, é preciso estar semi-agachado de costas no equipamento chamado “Ladder Barrel”. Nele, você irá realizar toda a mobilização da coluna em extensão, apoiando toda a coluna sobre o aparelho.

Nesse processo, é primordial fazer a contínua ativação do” power house” para que o paciente ou aluno não sinta dor durante a execução do exercício.

Swan

Por fim, outro exercício de pilates feito para melhorar a coluna é o Swan, sendo indicado para casos de cervicalgia, osteoporose e osteoartrose.

Entre seus objetivos, está o alongamento da cadeia anterior do tronco, mobilização da coluna em extensão, fortalecimento dos músculos deltóide, tríceps, braquial e peitoral maior.

Esse tipo de exercício também demanda equipamentos. Deitado de barriga para baixo sobre o assento da “chair”, com as mãos no pedal, o paciente deve realizar a subida do pedal simultâneo com a extensão de tronco.

Nesse caso, colocar a caixa de extensão da chair ou a bola suíça para apoiar os membros inferiores pode facilitar a execução do exercício. É importante que as mãos estejam alinhadas com os ombros e pedal.

Qual é o melhor exercício para a coluna?

Além dos exercícios de pilates para coluna que já falamos aqui, existem outros tipos de exercícios excelentes para ajudar a coluna. 

Swimming

Nesse exercício, a pessoa deve ficar deitada no chão com barriga para baixo, braços à frente e perna alinhada. 

Em seguida, você deve levantar o braço direito do chão ao mesmo tempo que levanta a perna esquerda. 

Após isso, abaixe-os enquanto levanta o braço esquerdo e a perna direita, simulando o exercício de nadar. Esse exercício deve ser feito com alternância de 30 a 60 segundos.

Super-homem em isometria

Assim como o exercício de Swimming, você deve estar deitado no chão de barriga para baixo, com as pernas alinhadas e braços à frente. 

Nesse caso, no entanto, você deve contrair a lombar para tirar os braços do chão ao mesmo tempo que as pernas. A posição deve ser mantida por 30 a 60 segundos.

Crucifixo inverso

Outro bom exercício para a coluna é o crucifixo inverso. Para ele, vai ser preciso de halteres, que deverão ser segurados um em cada mão.

Os pés devem estar afastados na largura do quadril e o quadril deve estar dobrado de modo a deixar o tronco paralelo ao chão. 

Depois, você deve deixar os halteres sendo segurados com o braço em direção ao chão. Abra os dois braços ao mesmo tempo, formando um T entre braços e costas, com cotovelos levemente dobrados. Você pode fazer 3 séries de até 15 repetições.

Remada curvada

A remada curvada é outro bom exercício para a coluna. Para executá-la, segure uma barra de modo horizontal à frente do corpo com as duas mãos. Os braços devem estar para baixo e palmas voltadas para si. 

Você deve manter os pés afastados na largura do quadril e levar esse último para trás, dobrando levemente os joelhos. 

Deixe a barra alinhada abaixo dos ombros e puxe os cotovelos para trás enquanto puxa a barra até o umbigo. você pode fazer 3 séries de até 15 repetições.

Prancha isométrica

Por fim, a prancha isométrica, que é bastante simples. O exercício consiste em ficar em posição de prancha, apoiando nos cotovelos e dedos dos pés. 

O corpo precisa estar inteiramente alinhado do calcanhar até a ponta da cabeça. A posição deve ser mantida por  30 a 60 segundos.

O pilates para coluna tem alguma restrição?

O pilates para coluna tem alguma restricao

Antes de começar os exercícios de pilates, é muito importante fazer uma avaliação para saber exatamente qual é o problema que está provocando as dores nessa região do corpo. A depender da patologia, existem exercícios contra indicados.

Hérnia de disco

Para quem sofre com essa doença, é necessário evitar exercícios que promovem a flexão e a rotação de tronco e retificação de coluna.

Isso acontece porque  a musculatura não está preparada para sustentar o alinhamento corporal e isso pode gerar uma piora no quadro.

Desvios posturais

Já para aqueles que sofrem com desvios posturais, é preciso atentar para amplitudes exageradas durante os exercícios de tronco. O importante é sempre orientar para o alinhamento postural do paciente.

Artrose

Da mesma forma que os desvios posturais, deve-se evitar amplitudes exageradas com quem tem artrose, bem como evitar exercícios de impacto. Para não haver compensações, é essencial manter a estabilidade das articulações.

Espondilolistese

Por fim, em casos de espondilolistese, é importante evitar as hiperextensões de coluna, pois elas podem piorar o quadro do paciente também.

Conclusão

Nesse artigo, você pode entender mais sobre a importância do pilates para coluna e como ele pode trazer benefícios para o organismo como um todo. Na hora de procurar um local para realizar esses exercícios, procure clínicas de qualidade.

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Treino Funcional: O que é, Benefícios e Como Começar

Para quem quer ter uma vida mais saudável, ativa e dinâmica, uma das atividades físicas que se pode investir é o treino funcional, também conhecido como treinamento funcional.

Esse tipo de treino tem sido cada vez mais indicado pela sua capacidade de melhorar o condicionamento físico como um todo. Como desperta interesse de várias pessoas, vale a pena entender o que é treino funcional.

Portanto, nesse artigo vamos falar tudo sobre treino funcional: o que é, quais são os seus benefícios, além de apresentar exercícios e dicas para quem está começando. Boa leitura!

Conheça os serviços de treino funcional do Núcleo Alma, estamos prontos para te ajudar a encontrar alívio, bem-estar e conforto.

Treino Funcional: O que é?

Em primeiro lugar, é importante entender e esclarecer a dúvida mais comum sobre treino funcional: o que é?

O treino funcional é um tipo de atividade física que tem como propósito melhorar a condição física imitando movimentos normais do cotidiano.

Qual é o objetivo do treinamento funcional?

O objetivo do treino funcional é oferecer um melhor condicionamento físico, empregando exercícios que estimulem diferentes partes do corpo. 

Os movimentos funcionais dizem respeito a movimentos associados, multiplanares e que abrangem redução, estabilização e produção de força. 

Além disso, os exercícios funcionais empregam mais de uma fração corporal simultaneamente, podendo ser realizado em diversos planos e envolvendo diversas ações musculares.

A partir disso, eles trabalham a força muscular, a flexibilidade, o sistema cardiorrespiratório, a coordenação motora e o equilíbrio.

Sendo assim, o treinamento funcional explora não somente os músculos, mas também os movimentos com maior enfoque, para que a produção de movimento pelo indivíduo seja eficiente, aumentando a qualidade de vida.

Para quem o treinamento funcional é indicado?

Agora que você sabe o que é o treino funcional, também é importante entender para quem esse tipo de exercício é indicado. 

O treinamento funcional serve para diversos tipos de pessoas, sendo interesse para diversas situações, como:

  • Pessoas sedentárias que querem retomar as atividades físicas 
  • Indivíduos que querem complementar o treino de força da musculação;
  • Pessoas que querem emagrecer.

Treinamento funcional: quais são os benefícios?

Existe uma série de benefícios que o treino funcional pode oferecer para uma pessoa. Os principais são a melhora do condicionamento físico e da capacidade cardiorrespiratória e o aumento da força muscular.

Junto a isso, o treino funcional também pode colaborar para uma melhor coordenação motora, maior equilíbrio postural e flexibilidade, além de reduzir os riscos de lesões.

Perda de peso

Os exercícios do treino funcional também são uma excelente opção para pessoas que querem perder peso, uma vez que promovem o emagrecimento. 

Isso acontece pois os exercícios do treino funcional aumentam o metabolismo, favorecendo a queima de gordura até mesmo depois do treino.

Ao mesmo tempo, juntamente com o emagrecimento, o treinamento funcional também colabora para uma maior definição do corpo.

Exercícios que fazem parte do treinamento funcional

Como podemos ver, os exercícios de treinamento funcional são bastante benéficos para o nosso organismo.

Os exercícios funcionais podem ser realizados em qualquer lugar, inclusive, em estabelecimentos especializados . Além disso, os exercícios  podem ser rápidos, a depender do treino.

No entanto, você conhece os exercícios que fazem parte dessa modalidade? Vamos falar mais sobre alguns tipos neste tópico. 

Agachamento

Exercícios que fazem parte do treinamento funcional

O agachamento é um dos exercícios mais conhecidos que compõem treinos funcionais, sendo bastante simples e trabalhando diversos músculos do corpo.

Para fazer o agachamento adequado, você deve ficar em pé e deixar as mãos unidas na frente do queixo cruze os braços na frente do peito. Lembre-se de sempre manter os pés separados e alinhados na largura dos ombros. 

Para completar o exercício, você deve curvar as costas, levar o quadril para trás, flexione os joelhos e agachar até formar, pelo menos, um ângulo de 90 graus. Em seguida, deve voltar seu corpo à posição inicial.

Burpee

Uma opção de exercício para treino funcional com foco em emagrecimento é o burpee. Além disso, a longo prazo também, ele melhora o condicionamento físico e resistência cardiorrespiratória.

Para realizá-lo, você deve começar realizando uma flexão de braço até encostar o peito no chão. Depois disso, deve flexionar o quadril na posição do agachamento e, assim, saltar.

Flexão de braços

A flexão de braços tem um alto gasto energético. Ela auxilia na melhora da postura, ao mesmo tempo que contribui para a realização de movimentos que exigem potência.

Para fazer esse exercício de forma correta, você deve, primeiro, se deitar no chão de barriga pra baixo. Após isso, deve apoiar as mãos no solo, abaixo dos ombros, estando afastadas.

Em seguida, estenda os cotovelos, de forma a subir o corpo todo de uma vez, e mantenha as costas retas, sempre alinhadas com o tronco.

Por fim, flexione os cotovelos e retorne quase à posição inicial, mas sem encostar o corpo no chão para repetir o movimento.

Dicas de treinamento funcional para iniciantes

Dicas de treinamento funcional para iniciantes

Agora que você sabe o que é treino funcional, quais são os benefícios e alguns tipos de exercícios, está na hora de começar, não é mesmo? Mas antes, vamos dar algumas dicas para que seu início seja o melhor possível.

Tenha frequência 

A prática é o que gera a habilidade. Portanto, quanto mais você exercitar, mais facilidade você vai ter com os exercícios e, assim, poderá intensificar. 

Dessa forma, é muito importante priorizar por frequência e constância quando se quer ter resultados a longo prazo.

Alinhe os exercícios com uma boa alimentação

Somente exercícios físicos não são o suficiente para quem busca mais qualidade de vida. Ter uma alimentação balanceada e saudável é essencial para quem está buscando, por exemplo, emagrecer através do treino funcional.

Saiba o seu limite

Por fim, respeite sempre seus limites, principalmente, para evitar lesões. Quando você entende até onde você consegue ir, você pode ter o melhor aproveitamento possível do exercício. 

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Conclusão

Nesse artigo explicamos tudo que você precisa saber sobre treino funcional: o que é, qual seu objetivo e seus benefícios, além de exercícios e dicas para quem está começando. O treino funcional é uma excelente opção para quem quer ter mais qualidade de vida!

Melhores Exercícios para quem tem Osteoporose: Confira!

De forma geral, a osteoporose diz respeito a uma condição na qual os ossos se tornam frágeis e quebradiços. 

É natural que o corpo absorva e substitua o tecido ósseo constantemente, no entanto, quando se tem essa condição, a criação óssea não acompanha a remoção da camada óssea anterior.

Por essa realidade, é comum que pessoas que sofram com osteoporose tenham a dúvida se podem fazer exercícios físicos por terem medo de fragilizá-los ainda mais.

Se você tem essa dúvida, você está no artigo certo. Vamos te falar quais são os benefícios dos exercícios para quem tem osteoporose, além de apresentar os melhores tipos e os que não são adequados. Boa leitura!

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Quem tem osteoporose pode praticar exercícios físicos?

Sim. Quem tem osteoporose não só pode praticar exercícios físicos, como eles costumam ser indicados para pessoas com essa condição. 

A atividade física é essencial para o fortalecimento dos ossos, pois assegura a entrada de cálcio nos ossos, 

Sendo assim, embora exista esse receio, a presença da osteoporose não elimina a necessidade de atividades físicas, na verdade, elas são ideais!

Benefícios dos exercícios para quem tem osteoporose

Como falamos, é muito benéfica a adoção de exercícios físicos para quem tem osteoporose. Algumas das vantagens de fazer exercícios para quem tem osteoporose são:

  • Ajudam a aumentar a força muscular, ossos e articulações;
  • Melhoram o equilíbrio do corpo, favorecendo agilidade, coordenação e resistência;
  • Proporcionam ganho de força e massa muscular;
  • Melhoram o condicionamento cardiovascular;
  • Previnem mais deformidades e fraturas ósseas;
  • Reduzem o risco de quedas;
  • Aumentam a qualidade de vida como um todo.

Melhores exercícios para quem tem osteoporose

Como vocês podem ver, citamos diversos benefícios que os exercícios podem oferecer para quem tem osteoporose. 

No entanto, você sabe quais são os melhores exercícios para quem tem osteoporose? São eles:

  • Caminhada;
  • Subir escadas;
  • Musculação;
  • Dança;
  • Hidroginástica.

Caminhada

exercicios para quem tem osteoporose Caminhada

Muito popular, a caminhada é uma atividade ideal para diversos tipos de objetivos, desde começar uma vida mais ativa até perder peso.

Como é um exercício de baixo impacto, se torna um excelente exercício não só para evitar a osteoporose, mas para quem já tem osteoporose.

Sendo assim, a caminhada contribui com o aumento da densidade óssea, o fortalecimento dos ossos e redução dos riscos de fraturas para quem já sofre com a condição. 

Além disso, a caminhada ajuda a melhorar o equilíbrio e a coordenação motora.Trata-se de uma atividade que pode ser feita todos os dias, por pelo menos 30 minutos.

Subir escadas

Em segundo lugar, um dos melhores exercícios para quem tem osteoporose é subir escadas. Essa atividade é ideal pois  estimula a produção de massa óssea. 

É também uma atividade física acessível, já que muitas pessoas moram em prédios e podem subir as escadas quando forem para seu andar, por exemplo.

Porém, por se tratar de uma atividade com mais impacto que a caminhada, nem sempre é indicado para todas as pessoas que têm osteoporose.  Isso acontece pois a força no joelho e pé é maior e pode afetar de maneira negativa.

Sendo assim, primeiro, deve-se consultar o ortopedista ou fisioterapeuta para saber se subir escadas é uma boa opção.

Musculação

Um outro exercício indicado para pessoas que têm osteoporose é a musculação, devido a tensão que provoca nos músculos e ossos.

Essa atividade, por sua vez, ajuda a aumentar a densidade óssea e a fortalecer os ossos, os deixando mais sadios. Porém, nesse caso também, é essencial que a musculação seja feita sob supervisão de um profissional.

Isso é importante pois, devido a condição, nem todos os exercícios são viáveis e é importante também levar em conta o peso que se carrega em cada série.

Dança

Dançar faz bem para todas as pessoas, sendo assim, também pode ser um excelente exercício para quem tem osteoporose.

Assim como a caminhada, é um exercício de baixo impacto e acessível, podendo ser feita em casa, por qualquer pessoa, em qualquer faixa etária

A dança também melhora a qualidade de vida de quem já possui a doença e ajuda a prorrogar a perda de minerais nos ossos, o que faz com que melhore a circulação sanguínea e, por sua vez, contribua para a capacidade cardiorrespiratória.

Vale ressaltar que a dança também pode ser indicada como uma atividade para quem se prevenir a osteoporose também.

Hidroginástica

Um dos melhores exercícios para quem tem osteoporose, por último, é a hidroginástica, mais uma vez, por ser de baixo impacto e indicado para todas as idades.

Como é feita na água, a hidroginástica também ajuda a tratar a osteoporose e fortalecer os ossos, uma vez que contribui para a deposição de cálcio.

Além disso, a hidroginástica também auxilia para a obtenção de um melhor condicionamento físico e diminuição do estresse e ansiedade.

Pilates é bom para osteoporose?

Pilates e bom para osteoporose

Um exercício extra que vamos falar aqui é o pilates. Muitas pessoas podem ter dúvida se o pilates é bom para osteoporose. Então, vamos responder: sim, o pilates é bom para osteoporose. 

A contração muscular que ocorre no momento do exercício de pilates, por exemplo, é uma fonte de estímulo mecânico para a formação óssea. Além disso, o pilates auxilia no ganho de força muscular, através da resistência corporal.

Por fim, o pilates também favorece a correção postural, importante para quem tem osteoporose. Pessoas com essa condição costumam adotar uma postura hipercifótica, apresentando redução da estatura ao longo do tempo.

Exercícios não recomendados para osteoporose

Agora que já falamos de todos os melhores exercícios para quem tem osteoporose, é importante alertar sobre aqueles que não são recomendados. São eles, portanto:

  • Ginástica aeróbica,
  • Exercícios de flexão e torção, como os abdominais;
  • Golfe;
  • Tênis;
  • Boliche.

Esses são os exercícios menos recomendados para quem tem osteoporose porque podem provocar fraturas nos ossos; além de aumentarem os riscos de compressão da coluna. 

Conclusão

Nesse artigo, não só mostramos que quem tem osteoporose deve fazer exercícios físicos, como apresentamos os melhores exercícios para isso, como é o caso da caminhada, da dança e do pilates.

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Harmonização Facial: Como é feita, Indicação e Mais!

Atualmente, existe uma série de procedimentos estéticos que são feitos para corrigir imperfeições que possam incomodar a nossa pele. Uma dessas técnicas é justamente a harmonização facial, chamada também de harmonização orofacial.

Esse procedimento é uma prática cada vez mais comum, utilizada por diversos famosos brasileiros e do mundo. Seu principal objetivo é trazer mais harmonia para o rosto, como o próprio nome sugere. 

Esse tipo de procedimento envolve uma série de intervenções e se você tem curiosidade para entender mais sobre esse processo, está no texto certo. 

Nesse artigo iremos explicar não só o que é a harmonização facial, mas também como ela é feita, quais são os tipos de procedimentos e até exemplos. Boa leitura!

O que é harmonização facial?

De modo simples, a harmonização facial se trata de um conjunto de procedimentos com o objetivo de oferecer proporções mais equilibradas para o rosto, de forma a corrigir a simetria e proporcionalidade dele.

A harmonização facial pode proporcionar resultados bastante satisfatórios, tanto estéticos quanto de caráter funcional. 

A forma como é feita  a harmonização facial tem como propósito, portanto, melhorar a aparência do rosto sem precisar de cirurgia. Ela é feita por corte, sem a necessidade de passar pelo centro cirúrgico.

Harmonização facial: como é feita?

Você pode estar se perguntando, portanto, como é feita a harmonização facial? Esse processo estético acontece a partir de uma análise das proporções faciais, considerando tanto vertical como horizontalmente.

Dessa forma, o profissional especializado pode identificar as áreas que estão em desarmonia, que serão o alvo do procedimento estético corretivo.

Os profissionais sugerem, assim, o contorno, o alongamento ou a projeção da face, avaliando os pontos que serão preenchidos.

O processo é feito após a aplicação de anestésico tópico, anestesia local ou bloqueio, através da injeção de preenchedores, com o uso de agulhas ou microcânulas

A maioria dos procedimentos da harmonização facial tem duração média inferior a 1 hora e são realizados de forma bastante tranquila.

Algumas das substâncias que são usadas nesses processos são ácido hialurônico, toxina botulínica (conhecida como “botox”) e bioestimuladores de colágeno.

Os tipos de modificações que podem ser feitas neste tipo de procedimento são muitas. Aqui trazemos apenas alguns exemplos:

  • Reestruturações e correções da face em geral;
  • Alongamento, definição ou aumento do ângulo da mandíbula;
  • Definição ou aumento da projeção das maçãs do rosto. 
  • Aumento da largura, altura ou projeção do queixo;
  • Elevação ou rebaixamento da ponta do nariz
  • Alinhamento ou aumento da largura do dorso do nariz;
  • Alongamento ou aumento do volume dos lábios;
  • Elevamento dos supercílio;
  • Redução de linhas de expressão e rugas.

Quanto tempo dura o resultado de uma harmonização facial?

Nem todos os resultados da harmonização facial duram para sempre. Isso porque o tempo de duração sempre vai depender do tipo de procedimento que foi feito no paciente.

Sendo assim, existem preenchimentos que são definitivos mas também há os que são temporários, podendo durar meses até 4 anos.

No caso da aplicação de ácido hialurônico, por exemplo, é comum que os resultados durem cerca de dois anos.

Para as situações que tem um prazo, isso significa que os procedimentos estéticos precisam ser refeitos com uma certa frequência. Desse modo, então, será possível manter os resultados que se deseja.

Quais os procedimentos da harmonização facial?

Existem diferentes procedimentos para a harmonização facial, de acordo com os objetivos do paciente. Alguns deles são: 

  • Toxina botulínica;
  • Lipo de papada;
  • Bichectomia;
  • Lifting facial;
  • Bioestimuladores de colágeno;
  • Microagulhamento;
  • Preenchimento do rosto;
  • Peeling;
  • Preenchimentos dentários.

Iremos falar um pouco mais sobre cada um desses 9 tipos de harmonização facial no próximo tópico.

Toxina botulínica

Os tratamentos com toxina botulínico são os que usam o famoso botox. A aplicação dele atua na paralisia da musculatura do rosto, aliviando a formação de rugas e linhas de expressão, como pés de galinha, por exemplo.

Os objetivos na harmonização facial desse tipo em específico são bastante variados. O botox pode ser aplicado em regiões, como:

  • Testa;
  • Sobrancelhas;
  • Abaixo dos olhos;
  • Pescoço;
  • Região abaixo da boca

Lipo de papada

Esse tipo de procedimento estético é usado para eliminar o excesso de pele e gordura submentoniana, ou seja, o famoso queixo duplo. 

No entanto, não é uma lipoaspiração. Trata-se de uma opção sem a necessidade de corte. A lipo de papada é feita a apartir da  aspiração da gordura localizada sob o queixo, deixando o local mais firme e rejuvenescido

Bichectomia

A bichectomia é um procedimento que diz respeito ao procedimento que remove pequenas bolsas de gordura acumuladas em ambos os lados do rosto. Com ele, é possível afinar as maçãs do rosto e realçá-las.

A bichectomia é comum em pessoas mais velhas, pois com a ação da gravidade ao longo do tempo, esse acúmulo contribui para o aspecto de envelhecimento e flacidez do rosto.

Esse tipo de procedimento não deixa cicatrizes, no entanto, é preciso de um mês para que os resultados apareçam.

Lifting facial

O lifting facial é um dos procedimentos mais famosos da harmonização facial. Trata-se de um processo muito rápido que é feito por meio de fios de sustentação facial.

Esse processo  promove um efeito lifting ao puxar os tecidos, sem que também seja preciso recorrer a cirurgia.

Bioestimuladores de colágeno

Os bioestimuladores são substâncias injetáveis que estimulam as células do nosso corpo a produzir colágeno.

O objetivo dessa intervenção é reduzir a flacidez facial e promover um efeito rejuvenescedor de forma natural e progressiva. 

Microagulhamento

O microagulhamento é uma técnica que tem como objetivo promover milhares de microlesões na pele, para que seja possível estimular a produção de colágeno.

Através do microagulhamento, portanto, tem como resultado a suavização de manchas e cicatrizes, além de oferecer mais firmeza à pele. 

Preenchimento do rosto

Esse procedimento estético é feito com com ácido hialurônico para que se consiga aumentar o volume das maçãs do rosto, queixo ou lábios.

Junto a isso, o preenchimento do rosto com ácido hialurônico também é utilizado para nivelar sulcos, rugas e preencher olheiras profundas, além de corrigir o desnível entre as pálpebras e bochechas que dá origem às olheiras profundas.

Peeling

Já o peeling diz respeito à aplicação de substâncias ácidas. Elas vão, por sua vez, promover uma descamação leve da camada mais externa da pele e, assim, estimulando a renovação celular.

Como outros resultados do peeling, tem-se linhas de expressão mais suaves e um tom mais uniforme à pele.

Preenchimentos dentários

Por fim, a harmonização facial também pode acontecer a partir de procedimentos dentários. Alguns dos tipos são a aplicação de implantes e clareamento dentário, por exemplo.

O que diferencia a harmonização full face da harmonização facial?

A harmonização full face pode ser traduzida como harmonização da face inteira. E, como o nome sugere, trata-se de uma procedimento que intervém em todo o rosto do paciente.

Diferentemente da harmonização facial, que pode ser localizada,  a full face trabalha a face como um todo. 

Sendo assim, a harmonização full face, ao invés de focar somente em áreas pontuais, proporciona uma revitalização por completo e equilibrada do rosto.

Exemplos de antes e depois da harmonização facial

Aqui vamos mostrar exemplos de procedimentos de harmonização facial para comparar o antes e depois em imagens. Veja alguns deles:

harmonizacao facial exemplo 1
harmonizacao facial exemplo 2
harmonizacao facial exemplo 3
harmonizacao facial exemplo 4
harmonizacao facial exemplo 5

Perguntas frequentes sobre harmonização facial

Vamos responder, agora, algumas perguntas que podem surgir sobre a harmonização facial.

Como é o período de recuperação da harmonização facial?

Após a intervenção, é normal que apareçam alguns hematomas e inchaços. Eles são normais e devem desaparecer ao longo do tempo.

O paciente, ainda, pode voltar à rotina normal no dia seguinte. No entanto, nas primeiras semanas, não se recomenda a exposição ao sol para não desenvolver manchas.

De forma geral, os resultados dependem de como a harmonização facial é feita, mas podem ser observados depois de 15 a 30 dias do procedimento.

Isso acontece pois esse é o tempo que se leva para que todo o inchaço seja absorvido pelo organismo.

Após essa etapa, pode acontecer, então, de ser necessário fazer uma avaliação para necessidade ou não de retoques na região que foi feita a intervenção. 

Para quem a harmonização facial é indicada?

A harmonização facial é indicada para todos os homens e mulheres que querem melhorar algum aspecto que não esteja em harmonia com o restante do rosto. 

Dessa forma, esse procedimento pode ir além de uma medida preventiva para correção do sorriso gengival, mas também ser indicada para pessoas que desejam fazer alterações estéticas. 

Para quem a harmonização facial não é indicada?

Embora seja um procedimento que a maioria das pessoas possam fazer, a viabilidade de uma harmonização facial precisa ser analisada antes para alguns casos.

Sendo assim, o profissional deve avaliar condições físicas e histórico clínico para garantir que o paciente não é nenhuma situação de contraindicação.

A harmonização facial pode ser contraindicado para alguns grupos específicos, como, por exemplo, mulheres grávidas e lactantes, menores de idade e pacientes em tratamento contra o câncer.

 Além disso, a harmonização facial não é indicada para pessoas com qualquer infecção no rosto, como, por exemplo, herpes.

Qual é o profissional indicado para aplicar a harmonização facial?

Os profissionais habilitados para fazer a harmonização facial são aqueles da área da saúde, de preferência, com formação ou especialização em saúde estética. São eles, portanto:

  • Cirurgiões plásticos;
  • Dermatologistas;
  • Dentistas;
  • Biomédicos estéticos;
  • Esteticistas;
  • Fisioterapeutas dermatofuncionais;
  • Farmacêuticos.

No entanto, em procedimentos mais invasivos, podem ser indicados apenas médicos como dermatologistas e cirurgiões plásticos ou, ainda, em outras situações, dentistas. 

Quais são as vantagens da harmonização facial?

O principal benefício da harmonização facial é o fato de que ela melhora os contornos faciais e a harmonia do rosto sem precisar de nenhuma intervenção cirúrgica.

Além disso, esse procedimento permite harmonizar por partes, fazendo com que o processo fique o mais natural possível e, dessa forma, melhora também a autoestima do paciente.

Além disso, o estímulo de substâncias como colágeno que acontece em alguns procedimentos de harmonização facial retarda os sinais de envelhecimento da pele.

Quais são os riscos da harmonização facial?

De forma geral, harmonização fácil é um procedimento seguro. No entanto, quando não é realizado por um profissional capacitado ou quando a técnica não é realizada de modo correto, a harmonização pode trazer alguns riscos para o paciente como, por exemplo:

  • Obstrução do fluxo sanguíneo no local;
  • Necrose da região (morte do tecido);
  • Desenvolvimento de infecções;
  • Deformação no rosto.

Há casos em que o procedimento de harmonização facial pode ser revertido, sendo necessário o uso de enzimas, no entanto, não são todos.

Dessa forma, para uma harmonização facial com bons resultados, é muito importante procurar um profissional e uma clínica com experiência e segura.

Conclusão

A harmonização facial é um procedimento estético usadopara trazer mais realce ao rosto de forma natural e sem a necessidade de cirurgia. No entanto, para que ela tenha os resultados esperados, é preciso escolher um profissional de confiança.

Drenagem Linfática Pós Operatório: Como funciona?

Toda cirurgia exige cuidados específicos no pós-operatório, afinal, trata-se de um procedimento delicado. Um desses cuidados é a drenagem linfática. Você já ouviu falar sobre esse processo usado no pós operatório?

A drenagem linfática trata-se, portanto, de um procedimento que ajuda a reduzir o tempo de cicatrização e acelera a recuperação do paciente após uma cirurgia.

E como é uma excelente opção de cuidado pós operatório, chegou a hora de você conhecer mais sobre a drenagem linfática.

Nesse artigo, portanto, vamos falar como ela funciona, qual sua importância nessa etapa de recuperação, além de responder as perguntas mais comuns sobre esse procedimento. Boa leitura!

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Como funciona a drenagem linfática pós operatório?

A drenagem linfática pós operatório funciona como uma espécie de massagem que “empurra” o líquido corporal em direção aos gânglios linfáticos. 

De forma geral, a drenagem linfática no pós-operatório serve enquanto uma forma de melhorar os resultados dos procedimentos cirúrgicos. 

Seu objetivo é, portanto, aumentar o volume e a velocidade da linfa a ser transportada pelos vasos e ductos linfáticos, por meio de manobras que imitem o bombeamento fisiológico. 

A partir disso, os líquidos são redirecionados para o sangue, filtrados pelos rins e eliminados do corpo através da urina.

Quanto tempo depois da cirurgia pode fazer drenagem pós operatório?

De forma geral, o tempo pós cirurgia que se deve esperar para fazer a drenagem linfática é entre cerca de 4 a 7 dias. Isso vale também para outras técnicas, inclusive.

Vantagens de fazer uma drenagem linfática pós operatório

Vantagens de fazer uma drenagem linfatica pos operatorio

Você sabe quais são as principais vantagens de fazer drenagem linfática no pós-operatório? A drenagem linfática é um processo essencial no caso de cirurgias plásticas e em cirurgias de forma geral.

A partir de agora, iremos falar das diversas vantagens que a drenagem linfática pode oferecer ao seu organismo.

Melhora da circulação sanguínea

Em primeiro lugar, a drenagem linfática estimula a circulação sanguínea. Esse aspecto favorece outros benefícios, como a ativação do sistema imunológico e a cicatrização mais rápida, por exemplo.

A ativação da circulação sanguínea também reduz a sensação de pernas pesadas e evita o aparecimento de vasinhos.

Ativação do sistema imunológico

Um benefício atrelado a ativação da circulação sanguínea é que a drenagem linfática ativa o sistema imunológico.

Dessa forma, com o sistema imunológico mais ativo, se aumenta a produção dos anticorpos que ajudam a combater as infecções, por exemplo.

Acelerar a cicatrização

A drenagem linfática ajuda a reduzir o edema, uma vez que, como já dito, melhora toda a  irrigação sanguínea.

Esse fator contribui para uma mais rápida cicatrização dos tecidos do organismo após uma cirurgia.

Diminuição das dores

A drenagem linfática também  ajuda a reduzir o inchaço e dores provocadas pela retenção de líquidos. Isso acontece pois, através das massagens, ela ajuda a drenar líquidos e toxinas até aos gânglios linfáticos.

Além disso, as dores e lesões musculares podem ser reduzidas através da drenagem devido ao fato que as massagens favorecem a tonificação dos músculos.

Redução de hematomas

Ainda, sobre a ativação da circulação sanguínea promovida pela drenagem linfática, ela ajuda na redução de hematomas que podem aparecer no corpo após uma cirurgia.

Prevenção e tratamento de fibroses

Outro benefício da drenagem linfática no pós-operatório é que ela favorece a regeneração organizada das fibras, evitando que a cicatriz fique colada.

Isso é muito importante principalmente em casos de lipoaspiração e abdominoplastia, na qual a drenagem linfática ajuda a evitar fibrose e tratá-la.

Eliminação das toxinas

O sistema linfático auxilia o organismo a eliminar toxinas. Isso acontece graças ao transporte dos líquidos para os gânglios linfáticos, fazendo o processo ser mais eficaz.

Melhora a auto-estima

A drenagem linfática, por fim, ajuda a modelar o corpo. Essa modelagem ajuda na confiança que a pessoa pode ter em relação ao próprio corpo, melhorando sua auto-estima e a qualidade de vida.

Qual a importância da drenagem linfática no pós operatório?

A drenagem linfática é muito importante no pós operatório. Isso acontece porque, após uma cirurgia, há uma passagem maior de líquidos através da parede dos vasos sanguíneos. 

Além disso, depois de um processo operatório, os canais linfáticos responsáveis pelo escoamento da linfa são danificados. 

Sendo assim, a drenagem linfática se torna muito importante para promover o escoamento dos líquidos e toxinas do corpo, reduzindo o inchaço e evitando o acúmulo localizado de líquido. Além disso, a drenagem linfática ajuda a reduzir o tempo de cicatrização da lesão.

No caso de cirurgias plásticas, ela é ainda mais indicada, funcionando como tratamento complementar capaz de otimizar os resultados.

Como é feita a drenagem linfática?

Como e feita a drenagem linfatica

A drenagem linfática é uma massagem que vai estimular os gânglios linfáticos de todo o corpo e, assim, captar o excesso de líquido de modo preciso.

No entanto, drenagem linfática corporal pode ser feita de forma manual ou de maneira mecânica.

A manual, mais comum, é feita por profissionais qualificados, que realizam com as mãos manobras suaves e lentas, sempre obedecendo o sistema linfático superficial.

Alguns tipos de massagens manuais são, por exemplo:

  • Círculos com os dedos, sem o polegar, pressionando levemente a pele várias vezes consecutivas pela área de pele a tratar;
  • Pressão com a parte lateral da mão. Nela, o profissional vai posicionar a parte lateral da mão sobre a região a ser tratada e rodar o punho até os outros dedos tocarem na pele, de modo repetido;
  • Deslizamento ou bracelete. Neste, o profissional fecha a mão sobre a região a ser tratada e pressiona o local com um ligeiro movimento de arrastamento.
  • Pressão com o polegar, com movimento circular. Nesse último tipo, o profissional irá apoiar somente o polegar na região a ser tratada e realizar movimentos circulares concêntricos, de modo a pressionar levemente a pele de forma consecutivas no local, sem friccionar a região.

Já a drenagem linfática mecânica, ela usa diferentes tipos de aparelho para potencializar esse processo. Ambas as técnicas podem ajudar o paciente e, dependendo de cada caso, uma pode ser melhor que a outra.

Como é feita a drenagem linfática no pós operatório?

No caso de drenagem linfática para pessoas operadas, mais especificamente, são feitas massagens sobre toda a área operada, além dos pontos que ativam os gânglios linfáticos, levando a linfa até eles.

No início do tratamento, as massagens são bastante suaves. Porém, em casos de formação de fibrose, pode ser preciso massagens mais intensas para garantir a melhora das cicatrizes. 

Também podem ser usados ultrassons no tipo de drenagem linfática para pós operatório. É ele quem  provoca a agitação e impulsão das partículas líquidas.

Essa ação faz com que se  reorganizem as fibras as quais, muitas vezes, após a cirurgia acabam, podem formar fibroses. O ultrassom faz com que elas desapareçam de forma mais rápida, portanto.

Perguntas Frequentes sobre drenagem linfática pós operatório

Reunimos aqui algumas perguntas frequentes que são feitas sobre a drenagem linfática no pós-operatório.

Em primeiro lugar, é importante salientar que a drenagem linfática deve ser feita sempre feita por profissionais treinados e habilitados.

Tem como fazer drenagem pós operatório a domicílio?

Sim. A drenagem linfática no domicílio acontece de forma similar ao que ocorre em uma clínica, que costuma ser o tipo mais convencional. A facilidade maior que esse tipo de tratamento oferece é o conforto de não precisar sair de casa.

Quantas vezes por semana é indicado a drenagem pós operatório?

O número de sessões da drenagem linfática pós cirúrgica sempre depende do profissional que vai executar a massagem.

Sendo assim, não se tem uma quantidade de vezes por semana exata que o paciente deve fazer a drenagem, e sim a quantidade de vezes que funciona para ele obter os melhores resultados.

Pode beber água antes da drenagem linfática?

Um mito que existe sobre esse tema é que não se deve beber água antes das sessões.

No entanto, beber água antes e depois da drenagem linfática potencializa os efeitos, ao ajudar a reduzir a retenção dos líquidos e facilita na eliminação das toxinas do organismo.  

Sendo assim, é fundamental beber a quantidade adequada de água antes de fazer uma sessão de drenagem linfática.

Quais regiões do corpo podem fazer drenagem pós operatório?

Quais regioes do corpo podem fazer drenagem pos operatorio

Embora não seja em todas as regiões do corpo que temos gânglios linfáticos para onde a linfa é drenada, é possível fazer drenagem linfática em todo o corpo.

Quais cirurgias recomendam a drenagem pós operatório?

Algumas das cirurgias em que é ideal se fazer a drenagem linfática no pós operatório são as cirurgias plásticas. São elas, por exemplo:

  • Lipoescultura e lipoaspiração;
  • Rinoplastia
  • Abdominoplastia;
  • Enxerto de gordura;
  • Mamoplastia;
  • Lifting de braços e coxas.

No entanto, a drenagem linfática também pode ser feita para outras situações de cirurgia, para além das plásticas, como, por exemplo:

  • Após cirurgia de mastectomia por câncer;
  • Procedimentos oncológicos em geral;
  • Lesões vasculares;
  • Lesões ortopédicas;
  • Queimaduras.

O procedimento de drenagem pós operatório dói?

A drenagem linfática, seja no pós-operatório ou não, é uma massagem manual que demanda movimentos suaves e sem muita pressão, portanto, não dói. 

Vale ressaltar que a drenagem linfática é uma prática distinta de outros métodos de massagem.  Ela não oferece dor, nem hiperemia ou eritema também.

Existe alguma contraindicação ou restrição para quem pode fazer drenagem linfática?

No geral, a maioria das pessoas podem fazer drenagem linfática. Algumas exceções a esse caso são pessoas que tem, por exemplo:

  • Câncer, 
  • Tuberculose;
  • Problemas cardiovasculares;
  • Insuficiências renais, hepáticas ou cardíacas;
  • Infecções agudas, flebites e tromboflebites;
  • Insuficiência cardíaca;
  • Hipotensão arterial e hipertireoidismo não tratado;
  • Asma brônquica grave; 
  • Trombose venosa.

Conheça os serviços do Núcleo Alma, estamos prontos para te ajudar a encontrar alívio, bem-estar e conforto!

Conclusão

Nesse artigo, foi possível entender mais sobre como funciona uma drenagem linfática no pós-operatório em diversos tipos de cirurgia, além da plástica.

Se você vai fazer um procedimento operatório e precisa desse tipo de tratamento, procure sempre profissionais de confiança no mercado!